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3G da Vivo no Ubuntu – e fácil

Há algumas semanas que eu vinha sentindo a necessidade de incorporar acesso móvel à Internet em meu notebook com Ubuntu Linux. Vejamos então como foi o processo para utilizar o penmodem 3G ZTE MF100 da Vivo no Ubuntu 9.10 (Karmic Koala).

Após uma pesquisa inicial na Internet, optei por testar o suporte e o nível de conhecimento das operadoras sobre o uso de penmodem 3G no Ubuntu. Eu já havia certificado-me que os penmodem de todas operadoras poderiam ser utilizados no Ubuntu 9.10, em geral. Visitei lojas das quatro operadoras de São Paulo (Oi, Vivo, Claro e Tim) no Shopping Center Anália Franco e mais uma loja associada à Vivo. Atendentes de três operadoras foram categóricos em dizer que seus penmodem não funcionariam com Linux. Estavam errados! Em uma delas, era possível ver a referência de suporte ao Linux na caixa do penmodem que estava na vitrine. Na loja da Vivo um funcionário afirmou que tinha um modelo de penmodem que funcionaria com Linux, mas não passou segurança sofre a afirmação.

Apenas na CommCenter encontrei quem estivesse seguro do uso do penmodem com Linux, embora tivesse sido advertido que seria conveniente ter um bom conhecimento do sistema operacional. Outra vantagem desta loja foi a grande oferta de modelos e fabricantes de penmodem.

Em seguida fui pesquisar a área de cobertura e a satisfação dos usuários com as operadoras. A única área de cobertura diferenciada era a da Vivo, com a qual os usuários pareciam satisfeitos, tanto em análises de sites como em pesquisas no Twitter.

O próximo passo foi pesquisar os planos de 3G das quatro operadoras. A melhor opção era a da Oi, seguida de perto pela Vivo.

Depois destas pesquisas, minha opção foi pelo penmodem ZTE MF100 da Vivo, que adquiri na CommCenter.

Instalado o Ubuntu 9.10 nos três computadores de casa, fiz testes com roteiros de instalação e configuração que encontrei pela Internet. A imensa maioria destes roteiros tinham código demais e arquivos demais para o meu gosto. Consegui configurar o penmodem de maneira muito mais fácil.

Abri o Synaptic para instalar o gnome-ppp. Feita esta instalação, conectei o penmodem na porta USB. Ao aparecer o ícone ZTEModem, abri o ícone, fui à pasta do Linux e copiei o arquivo VivoBra_LinuxUI.tar.gz para meu diretório /tmp. Cliquei com o botão direito do mouse sobre o ícone ZTEModem e ejetei-o.

No diretório /tmp, descompactei o arquivo copiado. Abri um terminal (sim, não foi possível escapar dele) e digitei os comandos

cd /tmp/LinuxUI && sudo ./install.sh

Quando solicitado, pressionei uma tecla qualquer. Não impressione-se com a mensagem de erro ao final do processo. Reiniciei o computador para testar o resultado.

Inseri o penmodem, ejetei o ícone do ZTEModem e já surgiu uma tela para autorizar o acesso ao chaveiro de senhas.

Para completar o processo, cliquei em ALT+F2 e digitei o comando

gksudo gedit /etc/resolv.conf

Inseri os dois servidores DNS do Google, inserindo neste arquivo as linhas

nameserver 8.8.8.8
nameserver 8.8.4.4

Pronto! Basta agora inserir o penmodem quando desejar e ter acesso à Internet pela rede 3G da Vivo.

Como fazer download e instalar programas (comercial ou gratuito) no Ubuntu Linux

A instalação de programas tornou-se muito melhor na versão 9.10 (Karmic Koala). Mas como é possível que você precise instalar programas que não tenham sido agraciados com as novidades do Ubuntu 9.10, vamos cobrir a questão de download e instalação de programas comerciais e gratuitos (freeware, Software Livre ou Código Aberto) nesta distribuição Linux.

Por padrão, você deve abrir o Centro de Software para ter acesso à listagem de programas que podem ser instalados no Ubuntu

Centro de Software

Centro de Software

O Centro de Software é responsável pelo download e instalação de programas e de todos os outros programas ou arquivos dos quais o programa desejado precise para ser instalado ou utilizado. Raramente você irá precisar de programas que não esteja disponível no Centro de Software, especialmente se você precisar de software para desenvolvimento.

O problema surge quando um programa desejado não está disponível no Centro de Software, como é o caso de alguns jogos (games) de alta qualidade.

Neste caso, siga alguns princípios básicos:

  • Não utilize sites especializados em downloads como Superdownloads, Baixaki e semelhantes. Dê preferência ao website dos desenvolvedores dos programas. Nestes websites você poderá ter acesso a mais informações do que em qualquer outro lugar.
  • Faça o download mais específico possível para seu caso. Considere a distribuição Linux, sua versão, seu processador e coisas assim.
  • Observe o padrão de instalação do arquivo oferecido e as orientações do desenvolvedor para realizar a instalação correta.

Observe que a maioria dos programas comerciais para outros sistemas operacionais podem ser instalados no Ubuntu, geralmente com o uso de Wine.

Avaliação do Linux Ubuntu 9.10: Primeiras Impressões

Acabei de instalar (via Gerenciador de Atualizações) a nova versão do Ubuntu: 9.10, a do Koala cármico.

Vamos às minhas primeiras impressões:

  • Empathy é o substituto do Pidgin para acesso às minhas contas de Instant Messages. Para quem estava acostumado ao visual espartano do Pidgin, nenhuma grande diferença. Falta conseguir alguém online para testar os ícones do microfone e da webcam que estão disponíveis.
  • Firefox 3.5 está mais leve do que a versão 3.0. E melhor do que tudo, permite testar as novas implementações de HTML 5.
  • F-Spot está bem melhor do que a última vez que o havia utilizado.
  • Apreciei a integração do Rhythmbox com a loja Magnatune e com o Last.fm. O problema é que ainda não pude testar as novidades na área de som, pois esta versão deixou de reconhecer o hardware de som de meu computador.
  • Os novos jogos parecem excitantes. São tantos que levarei meses para testar uma boa parte deles
  • Já comecei a testar o armazenamento do Ubuntu One há semanas e é uma boa opção. Mas você há de concordar comigo que para armazenar 2 GB é mais fácil usar um pendrive! Vantagem mesmo só no compartilhamento com outros, mas ainda preciso testar.
  • A Central de Programas ficou bem organizada, mas falta a opção de conhecer a popularidade de cada programa.
  • O desempenho conseguiu superar um pouco o da 9.04, que já havia representado um salto neste quesito
  • Os novos papéis de parede são muito bonitos
  • A aparência geral é sóbria. Muito sóbria. Sóbria demais.
  • Estou ansioso para experiementar o jogo de ferramentas de desenvolvimento Quickly

Delegação de zonas no servidor de DNS bind9 em Linux Ubuntu

Há meses eu vinha inconformado com o fato de não conseguir fazer delegação de zonas de DNS no bind9, servidor de DNS do Unix e Linux e que podemos utilizar no Ubuntu para configuração de resolução de nomes de domínios, tarefa fundamental para a web.

Fazer delegação no Windows Server parecia-me ser fácil demais e não fazer o mesmo no Linux era inconveniente.

Recentemente eu encontrei a solução do Dicas-L.

Imagine que você tenha configurado a zona zona.example no arquivo /etc/bind/db.zona. É praticamente certo que este arquivo contenha linhas parecidades com

zona.example.    IN    NS    ns.zona.example.
ns.zona.example.    IN    A    192.168.0.1

Para fazer delegação de zonas para outra.zona.example basta adicionar a este arquivo linhas como

outra.zona.example    IN    NS    ns1.zona.example.
ns1.zona.example.     IN    A    192.168.0.2

E fazer a configuração da zona delegada no servidor indicado.

Configurar ambiente LAMP (Linux, Apache, MySQL e PHP)

Este é um breve tutorial de como configurar rapidamente um ambiente LAMP (Linux, Apache, MySQL e PHP) para testes.

Estes passos foram desenvolvidos em um computador com Linux Ubuntu Server 9.04.

Para começar, devemos instalar o DNS:

sudo apt-get install bind9

Uma vez instalado o bind9, vamos à configuração geral de uma zona, editando o arquivo /etc/bind/named.conf.local

sudo nano /etc/bind/named.conf.local

Insira estas linhas ao final deste arquivo:

zone "cid.test" {
type master;
file "/etc/bind/db.cid";
};

Crie um arquivo de configuração da zona

sudo nano /etc/bind/db.cid

O conteúdo do arquivo será

$TTL 1D
@   IN SOA ns.cid.test. master.cid.test. (
2009100901 12H 2H 1W 1D )
@   IN NS ns.cid.test.
@   IN MX 5 ns.cid.test.
www IN CNAME web.cid.test.
ns  IN A 10.0.2.15
web IN A 10.0.2.16

Reinicie o servidor DNS

sudo /etc/init.d/bind9 restart

Confira o resultado

grep named /var/log/syslog

Procure na saída deste comando as informações sobre a zona configurada. Se tudo parecer em ordem, teste o servidor DNS

dig @localhost cid.test any

Instalação do Apache

Vamos instalar o Apache e outros pacotes para uso de PHP e MySQL

sudo apt-get install apache2 php5 libapache2-mod-php5 php5-mysql mysql-server

Durante a instalação deste pacotes você deverá atribuir uma senha para o usuário administrador (“root”) do MySQL

Uma vez instalados os pacotes você deve adicionar mais um website à lista dos websites disponíveis, indo ao diretório de websites e copiando um arquivo padrão

cd /etc/apache2/sites-available

sudo cp default cid

Edite o arquivo criado

sudo nano /etc/apache2/sites-available/cid

No arquivo procure por uma linha iniciado por “ServerAdmin” e informe o endereço de correio eletrônico do administrador do website, como no exemplo

ServerAdmin master@cid.test

Logo abaixo desta linha adicione o seguinte

ServerName www.cid.test

Habilite este website com o comando a2ensite e faça o Apache ler novamente os arquivos de configuração

sudo a2ensite cid

sudo /etc/init.d/apache2 reload

Agora basta criar os arquivos deste website. Vá ao diretório dele e crie um arquivo denominado “index.php”

cd /var/www

sudo nano index.php

Insira o seguinte conteúdo neste arquivo

<?php
print_r(phpinfo());
?>

Tudo deve estar funcionando. Basta apenas testar seu trabalho acessando a página. Vá ao navegador de Internet e digite http://localhost/index.php e veja o resultado.

Tutorial de formulários com JSP e JavaBeans

Se você já leu meu artigo sobre formulários e JSP, este servirá para dar um passo a mais e aprender a lidar com JavaBeans no tratamento de formulários.

JavaBeans é um componente da arquitetura Java para reutilização de código e criação de aplicações sofisticadas.

Uma classe Java pode ser considerada como sendo um JavaBeans se

  • implementar a interface java.io.Serializable
  • possuir um construtor sem argumentos
  • contar com métodos de acesso (getters e setters) para seus atributos, seguindo um padrão de nomenclatura

Para tratamento de formulários nós utilizaremos um JavaBeans que irá obter os dados do formulário, tratá-los e oferecer métodos para utilização destes dados.

Roteiro

  • No NetBeans, crie um projeto de “Aplicação Web” (categoria “Java Web”), sem utilização de nenhum framework.
  • Além do index.jsp padrão, crie os documentos JSP resposta.jsp, sucesso.jsp e falha.jsp
  • Utilize a paleta para criar um formulário no index.jsp, com os campos desejados. A ação deste formulário deve apontar para o resposta.jsp. Tome o cuidado de usar nomes iniciados em minúsculas para os campos.
  • Crie uma classe Java no seu projeto. Neste exemplo utilizarei o nome Form.java. Adote um nome de pacote conveniente para esta classe. Eu utilizei o pacote br.pro.cidandrade.aulas.
  • Procure a linha de declaração da classe e implemente a classe Serializable, como neste caso:
    public class Form implements Serializable
  • Clique com o botão direito do mouse na linha abaixo desta e selecione “Inserir Código” (ou pressione ALT+INS). No menu que será exibido, escolha “Adicionar propriedade”. Na janela de Adição de Propriedade, preencha o campo “Nome” com o nome de algum campo do formulário, deixe o tipo de dado como “String” e pressione “OK”. Se o campo do formulário for checkbox ou um select que admita múltiplas opções, defina o tipo como String[]. Repita este passo para todos os campos do formulário.
  • Adicione mais uma propriedade, denominada “erros” e do tipo Hashtable. Esta propriedade irá conter mensagens para o usuário sobre cada campo do formulário com eventuais problemas de preenchimento.
  • Utilize novamente o menu de “Inserir código” e selecione “Construtor”. Não selecione nenhum campo e pressione “OK”. Utilize este método para definir valores padrão para todos os campos e para definir o atribtuto “erros” como abaixo:
    setErros(new Hashtable());
  • Crie um método chamado “validar” que retorne um boolean. Limpe o atributo “erros” (getErros().clear) e faça todos testes necessários nos valores dos campos. Utilize estruturas try..catch quando necessário. Ao encontrar algum erro, inclua uma mensagem no atributo “erros”. Utilize o nome do campo como índice. Por exemplo, se o campo “nome” estiver em branco, você pode incluir este erro da seguinte forma:
    getErros().put(“nome “, “Inserir nome”);
    Na ocorrência de erros retorne “false” ou, caso contrário, “true”.
  • Crie um método para retornar algum erro de acordo com o nome de um campo. Algo como
    public String obterErro(String erro) {
    String retorno = (String) getErros().get(erro);
    return (retorno == null) ? “” : retorno;
    }
  • Crie métodos para retornar “checked” se campos do tipo checkbox estão selecionados. Veja este exemplo:
    public String isRitmoSelecionado(String ritmo) {
    boolean encontrado = false;
    for (int x = 0; x < getChecagem().length; x++) {
    if (getChecagem()[x].equals(ritmo)) {
    encontrado = true;
    break;
    }
    }
    return encontrado ? “checked” : “”;}
  • Uma versão do método acima pode ser utilizada para enviar “selected” para selects múltiplos.
  • Uma versão mais simples pode ser utilizada para campos radio ou selects simples. Veja o exemplo:
    public String isSexo(String sexo) {
    return getRadio().equals(sexo) ? “checked” : “”;}
  • Crie um método denominado “mensagem” que retorne um texto (caso a validação seja correta) para o caso dos campos estarem corretamente preenchidos.
  • Vá ao arquivo resposta.jsp. Utilize a paleta “JSP”. Arraste a opção “Utilizar bean” para o início do arquivo. Em “Id”, forneça um nome interno para o JavaBeans (eu usei “frm”). Complete “Classe” com o nome completo da classe, incluindo o pacote. Em escopo, selecione a opção “session”.
  • Logo abaixo, arraste “Definir propriedade do bean” da paleta “JSP”. Em “Nome do Bean”, informe o id definido no passo anterior. Preencha “Nome da Propriedade” com um “*” e pressione “OK”. Apague o atributo “value” da linha inserida no código. Esta linha fará com que os valores dos campos do formulário sejam enviados ao JavaBeans.
  • Preencha o corpo do “resposta.jsp” com algo como
    <body>
    <% if (frm.validar()) { %>
    <jsp:forward page=”sucesso.jsp” />
    <% } else { %>
    <jsp:forward page=”falha.jsp” />
    <% } %></body>
    Isto fará com que este documento redirecione o navegador para “sucesso.jsp” ou “falha.jsp”, dependendo do resultado do método “validar” do JavaBeans.
  • Vá ao documento “sucesso.jsp”, utilize o JavaBean e preencha o corpo da página com algo como
    <%= frm.mensagem() %>
  • Vá ao documento “falha.jsp”. Copie o mesmo conteúdo do “index.jsp” para “falha.jsp”. Utilize o JavaBean também neste documento. Altere os atributos value dos campos do formulário para que eles sejam preenchidos com os valores do JavaBeans. O resultado será algo como
    value=”<jsp:getProperty name=”frm” property=”senha” />”
  • Próximo do campo, escolha algum lugar apropriado para inserir as eventuais mensagens de erro obtidas no JavaBeans. Um exemplo seria
    <small><%= frm.obterErro(“senha”)%></small>
  • Nos campos que podem ser indicados com “checked” ou “selected”, utilize uma construção como
    <%= frm.isRitmoSelecionado(“pop”)%>
  • Ufa! Teste este projeto.

Após fazer suas experiências, compare o resultado com este Exemplo de Tratamento de Formulários com JSP e JavaBeans.

Lançamento do KDE 4.3.0 (Caizen)

Foi lançado há pouco o KDE 4.3.0, uma das opções de interface gráfica do Linux e outros sabores Unix. E com pompas dignas do lançamento de uma versão muito especial. A equipe do KDE parece ter se esmerado em melhorar a experiência do usuário com esta versão. A meta desta versão era focar na elegância desta interface.

O codinome desta versão é Caizen. Caizen é uma filosofia japonesa cujo foco é a melhoria contínua em todos aspectos da vida.

De acordo com o website do KDE, as principais mudanças no KDE 4.3.0 foram na área de trabalho do desktop, nas aplicações e na plataforma de desenvolvimento. Foram estreitados os laços entre a interface de desktop do KDE – Plasma -, o ambiente de janelas e seu gerenciamento. Cada área de trabalho poderá ter diferentes conjuntos de widgets do Plasma e papéis de parede virtuais.O novo tema Air é muito mais leve do que o anterior, denominado Oxygen.

KDE 4.3.0

KDE 4.3.0

A plataforma de desenvolvimento tornou-se mais estável, eficaz, simples e completo. O novo plugin de geolocalização do Plasma foi utilizado, por exemplo, para exibição de pessoas próximas, no OpenDesktop.

O Policy Kit provê um mecanismo para autorização de ações com base em perfis.

A próxima grande versão do KDE (4.4.0) é esperada para janeiro de 2010. Quem quiser acompanhar o que estará acontecendo até lá, pode monitorar a tag “!Kde” no Twitter.

Veja o vídeo da liberação desta versão

Curso gratuito com seleção para vaga de emprego em Linux

A 4Linux está lançando uma iniciativa louvável, o “Caça Talentos 4Linux“. A 4Linux é conhecida como a provedora de um dos melhores cursos na área de Linux no Brasil, especialmente na área de segurança. Agora ela oferecerá um curso gratuito com possibilidade de contratação de alguns dos participantes do treinamento.

No dia 28 de julho de 2009, às 19 horas, ocorrerá o lançamento oficial da campanha com a presença do presidente mundial do LPI (Linux Professional Institute).

Se você já tem alguma habilidade com Linux no ambiente desktop e está no final de algum curso superior – ou o concluiu recentemente – pode se candidatar às vagas do curso, voltado para uso de Linux em servidores no mercado corporativo.

Três dos participantes do curso receberão propostas para contratação no regime de CLT. Podem participar pessoas de todo o Brasil. Para ver o regulamento, entre no site da campanha da 4Linux.

Curso grátis de virtualização em Red Hat Linux

No próximo dia 23 de julho será ministrado um seminário online e gratuito sobre virtualização em Linux. O foco principal do seminário serão questões de alta disponibilidade e segurança.

O seminário está sendo promovido pela Red Hat Brasil.

A transmissão desta palestra terá início às 10 horas, com duração prevista de 1 hora. Ela será conduzida por Filipe Miranda, arquiteto de soluções da Red Hat. Ele deve comparar as soluções da Red Hat Enterprise Linux com outras plataformas de virtualização.

As inscrições pode ser feitas pelo site da Red Hat. Feita a inscrição você receberá um correio eletrônico com as instruções para testar a configuração de seu equipamento.

Diante da importância da virtualização nos dias de hoje e seu uso em Cloud Computing, trata-se de uma oportunidade que não deve ser desprezada.

Dez listas de dez coisas